Fernandes era um quarentão de bem com a vida. Mas isso foi só até o dia em que um tal de Play cruzou seu caminho. O estrago foi tanto que Fernandes precisou, pela primeira vez, procurar um analista.
- Doutor, meu caso é grave! – disse o paciente, deitando-se no divã. continuar lendo»
Pedrinho tinha apenas 23 dias. Não sabia, portanto, que eram três e meia da madrugada.
- Unhééééééééééééééé!
- Amor, acorda… O Pedrinho ta chorando. – resmungou Renan.
- Hein?! Hã?! É a sua vez. – balbuciou Sara, sem sequer abrir os olhos.
- Não, é a sua. Da última vez fui eu.
- Mesmo? continuar lendo»
- E este, portanto, é o projeto do Primeiro Ônibus Espacial Brasileiro. Alguém tem alguma pergunta? – indagou o Ministro.
Uma dezena de jornalistas levantou a mão. O Ministro apontou, obviamente, para a repórter-bonitinha-da-emissora-líder-de-audiência. continuar lendo»
Bela era daquele tipo de mulher que ao passar fazia os homens inflarem o peito, tal qual pombos. Agradava do pedreiro ao engenheiro, do paciente ao médico, do tucano ao petista. De tão acostumada a ter os homens por devotos, tardou a dar-se pela existência de João. continuar lendo»
Dizem que é lorota, mas nunca se sabe. Ouvi dizer que no meio do Rio Paraná havia uma canoa – e nela, dois pescadores.
- Cumpadi, sabe a Rosinha?
- Qual? A fia da dona Ceiça?
- Não, a outra. Neta da Divirges e do finado Nhô Bento.
- Que tem ela?
- Lasquei um beijo nela onti, na pracinha. continuar lendo»